segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
dia internacional das pessoas com deficiência
O dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural. A cada ano o tema deste dia é baseado no objetivo do exercício pleno dos direitos humanos e da participação na sociedade, estabelecido pelo Programa Mundial de Ação a respeito das pessoas com deficiência, adotado pela Assembleia Geral da ONU em 1982.
Legião Urbana - Mais Uma Vez
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar nos sonhos que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar nos sonhos que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
Quem acredita sempre alcança...
Resenha - O Pianista
O Pianista também se assemelha ao livro “Inverno na Manhã” em um quesito: o autor também não foi deportado para um campo de concentração, mas nteve de enfrentar tudo ao lado de sua família e narrou todas as suas lembranças do gueto. Tem um filme sobre esse livro – é o filme mais fiel ao livro que já vi – que é muito bom, aposto que a maioria já viu, mas vale a pena ler o livro, que é bem melhor apesar dos pesares. Nele, Szpilman narra a triste realidade do gueto de Varsóvia de um ponto de vista que se difere do relato de Janina – autora de “Inverno na Manhã” – pois é uma narrativa mais crua e sem rodeios. Seu relato comove e ao mesmo tempo emociona, pois ocorrem tantas coisas em tão pouco tempo que você não faz a menor ideia do que está por vir. E é com essa angústia, com medo do inesperado, que Szpilman sobreviveu milagrosamente nas ruínas de Varsóvia até os soviéticos libertarem a cidade. Logo após o levante do gueto de Varsóvia, Hitler mandou os alemães destruírem o gueto e arrasarem a capital polonesa. Não sobrou praticamente ninguém enquanto os nazistas destruíam a cidade, mas Szpilman conseguiu sobreviver em meio às ruínas e ainda relata a história do oficial alemão que o ajudou. No final do livro, ainda há o diário desse oficial, que tinha um grande senso humanitário, provando que nem todos os alemães eram iguais. Quem ainda não leu o livro, está perdendo tempo. Sem dúvida é um dos melhores que já li.
A loira e a pizza
A loira pede uma pizza pelo telefone. A pessoa da pizzaria pergunta: - A senhora quer que eu corte em 4 ou 8 pedaços? E a loira: - 4 por favor. Eu não aguento comer 8 pedaços…
Amar...
Contar-te longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.
Manuel Alegre
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.
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